Saúde ao viajante

Às vésperas de minha viagem,  acabei precisando me vacinar. Aa razão,  mais um daqueles erros que cometemos uma vez na vida e pagamos por ele até o final.
Quando era bebê,  me vacinei tudo como mandava o figurino, o calendário de vacinação.  O destino levou minha família e eu para Angola, na África,  no período de guerra civil.  Lá ainda fui vacinada contra tudo o que precisava para lá também.  Uma vez, quatro anos depois,  viemos para o Brasil em férias,  a guerra estourou na capital,  Luanda,  e não voltamos para lá.  Com isso, dentre outras coisas,  ficou também meu cartão de vacinação.
Hoje, preciso provar para a University of Kansas que fui vacinada, e o comprovante não existe mais. Precisei ser vacinada novamente, não para me imunizar, mas para comprovar que fui.

O atendimento é bom, e caso você esteja viajando para fora do Brasil,  não deixe de se atentar a estas questões.  É uma burocracia necessária.  A globalização traz consigo também a capacidade de propagação de doenças nunca vista.

Em Belo Horizonte,  fica na Rua Paraiba, 890. Algums serviços precisam de horário marcado,  então vale a pena não deixar para a última hora.